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brasil – ouro no vôlei feminino

brasil é ouro no vôlei feminino pela primeira vez!! com apenas 1 set perdido durante toda a competição, a seleção se recuperou de derrotas anteriores e mostrou que só amarela com o uniforme e com o ouro!!! parabéns!!!!

Volêi Feminino - Brasil

foto: Flávio Florido/UOL

brasil – prata no futebol feminino

acho que vai ser impossível achar uma foto das jogadoras brasileiras felizes com a prata, mas elas lutaram muito (e muito mais do que os atletas do futebol masculino brasileiro), e infelizmente não conseguiram o ouro. de qualquer forma, parabéns pela luta e por perder sem desistir!

Futebol Feminino - Brasil

foto: Flávio Florido/UOL

Natália Falavigna – primeira medalha do taekwondo brasileiro

na onda das homenagens, parabéns para Natália Falavigna, que conquistou a medalha de bronze nesta madrugada. primeira medalha do taekwondo brasileiro na história das olimpíadas!!

Natália Falavigna - bronze taekwondo

foto: Matt Dunham/AP

Maurren Maggi – ouro no salto em distância

assim como fiz com César Cielo, um post destacando e parabenizando a conquista do ouro no salto em distância por Maurren Maggi. parabéns Maurren!

Maurren Maggi - Ouro

YouTube – Maurren Maggi no pódio – Ouro no salto em distância

link: Post no blog da Maurren Maggi agradecendo o apoio

fonte e imagem:  Blog do Bob Fernandes

César Cielo – ouro nos 50m livre

acabei de chegar em casa e através do twitter fiquei sabendo, e não poderia deixar de comentar aqui: César Cielo ganhou a medalha de ouro nos 50m livre. o primeiro ouro do Brasil nas olimpíadas de 2008, e o primeiro ouro da natação brasileira nos 50m livre na história dos jogos.

a prova foi emocionante, assim como a comemoração de Cielo, o abraço com os outros nadadores brasileiros, e o pódio.

resumindo: Cielo foi FODAAAAA!!!!! parabéns Cielo!

Cielo - ouro

imagem: G1

*update

vídeo YouTube – Final dos 50m livre (César Cielo)

vídeo YouTube – Pódio, comemoração, ouro e choro de César Cielo após vencer os 50m livre

nova identidade visual do guaraná Kuat

Kuat - Novas Embalagens

a Coca Cola resolveu atualizar a identidade visual do guaraná Kuat. o produto, que tem como público alvo jovens entre 18-25 anos, ganhou nova marca e novas embalagens.

considero que a marca ficou muito bem resolvida na questão de guaraná, semente, impacto visual no PDV. entretanto, a embalagem ficou devendo. esse tom de dourado parece muito elitista, como se o guaraná fosse exclusivo para a classe AAA. ele chama a atenção por quebrar o color code do segmento de guaranás, mas traz essa referência de elitismo, principalmente por ser um dourado metálico e bem reflexivo, por estar aplicado na latinha de alumínio. combina muito bem com uma geladeira (bem vazia) de aço inox de pessoas mais ricas. pode afastar consumidores de renda mais baixa, principalmente os que não estejam tão atento aos preços, pois esta embalagem traz a impressão de um produto premium, especial, que custa mais caro.

a combinação vermelho/verde que eles dizem estar quebrando é uma referência claríssima ao líder do segmento, o Guaraná Antartica, mas que continua presente na marca do Kuat. o único diferencial é que eles não utilizaram estas cores na composição da embalagem.

e na minha opinião, podem mudar marca, embalagem, o que quiserem, mas o Guaraná Antartica continua sendo o melhor.

a criação da marca e embalagens ficaram a cargo da agência Santa Clara. e vocês podem ler a nota para a imprensa oficial da Coca Coca sobre o lançamento clicando aqui: Kuat celebra fase de ouro com nova identidade visual

fonte de conteúdo e imagens: Coca Cola Brasil

iPhone (oficial) no Brasil em maio?

iPhone

a Vivo está negociando com a Apple trazer o iPhone para o Brasil até maio, se possível antes do Dia das Mães, data em que a compra de aparelhos é bem alta. mas posso garantir que eu quero mais um iPhone do que a minha mãe.

a Apple também se interessa em fechar logo um acordo, pois quem não quer esperar compra aparelhos vindos dos EUA já desbloqueados.

vamos aguardar e ver a que estupro de preço o iPhone chega na Vivo.

eu estava para trocar de aparelho de celular, mas como meu irmão trocou antes e o aparelho que ele usava ele tinha trazido dos EUA quando esteve morando em Chicago, acabei ficando com ele. infelizmente meu antigo número da Vivo não é de chip, então estou usando o número dele, da TIM. incrível a diferença de qualidade. foi só eu entrar no elevador e as portas se fecharem que o sinal sumiu e a ligação cortou. nunca tive esse problema com a Vivo. sei que quando a Oi chegar aqui em São Paulo vai ter grandes chances de me ter como cliente.

e não tenho mais a mínima vontade de pagar pelo aparelho. meu irmão trouxe esse celular super atual, com bluetooth, mp3, etc, e não pagou nada por ele. ganhou quando assinou um plano por determinado tempo. já está mais do que na hora de isso acontecer por aqui, pois em 6 meses seu celular está ultrapassado, vira lixo, e polui o mundo. por que as operadoras não nos dão o aparelho e nos garantem uma troca a cada ano? assim teremos aparelhos novos, vamos gastar dinheiro ligando mais, mandando mais torpedos de texto, fotos, elas reciclam os aparelhos velhos, e todos ficam felizes!

fonte: INFO

palestra de Anthony Daniels e Nelson Hall no Senac

C3PO

Anthony Daniels

no dia 05 de março de 2008 o ator britânico Anthony Daniels, que interpretou o simpático robô C3PO nos 6 episódios de Star Wars (diga-se de passagem que foi o único ator a participar de toda a saga) esteve no Centro Universitário Senac, em Santo Amaro, para uma palestra. junto com ele estava Nelson Hall, técnico de efeitos especiais que participou da equipe da última trilogia (episódios I, II e III).

foi uma palestra excelente, pois foi possível ouvir detalhes sobre o que acontecia por trás das câmeras e que não está em nenhum extra dos dvds. Daniels também contou um pouco sobre a magia de fazer cinema, de assumir o personagem, como foi sua concepção e desenvolvimento, e encoragou os alunos a fazer bem o que gostam, e um dia, quando tiverem um portfolio interessante e acharem que têm algo a mostrar, enviar para grandes empresas, como a Lucasfilm, que é possível que eles os chamem. ele citou alguns vídeos que passaram durante a palestra, que tinham pessoas com diversos sotaques e nacionalidades.

tiri algumas fotos e fiz alguns vídeos. infelizmente estava um pouco longe e estava relativamente escuro, então as fotos saíram meio tremidas ou fora de foco, pois a câmera aumentou o tempo de exposição automaticamente. mas dá pra ver ele no palco! os vídeos eu vou colocando aos poucos no YouTube, pois são grandes e demora para enviar! mas vou deixar o link do meu canal no YouTube e conforme eles forem sendo enviados vocês podem verificar. quem quiser pode assinar meu feed RSS e quando postar todos os vídeos farei uma nova postagem aqui, e vocês serão avisados mais facilmente.

fotos: http://www.flickr.com/photos/paulocholla/sets/72157604069446683/

vídeos: http://br.youtube.com/paulocholla

ao final do evento, tirei uma foto com o simpático Darth Maul, que chegou atrasado e não pode entrar na palestra.

Cholla e Darth Maul

o Brasil bem falado

alguns dizem que os estadunidenses ensinam que a capital do Brasil é Buenos Aires, outros que ensinam que a Amazônia não faz parte do nosso território, e com a perpetuação destas lendas gera-se antipatia por estrangeiros em geral.

confira abaixo artigo de Tyler Burle, editor-chefe da revista Monocle, para mostar que não é bem assim.

* * *

Redescobrindo as vantagens secretas do Brasil

As letras que formam a sigla do aeroporto, GRU (Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo), não aparecem tão freqüentemente quanto deveriam nos meus itinerários de viagens. Após uma ausência de quatro anos e meio, eu finalmente consegui aterrissar em São Paulo na semana passada, e imediatamente comecei a folhear a minha agenda a fim de encontrar uma desculpa para voltar para cá o mais rapidamente possível – espero retornar por volta da Páscoa.

Eu havia me esquecido dos pequenos truques para se locomover por uma cidade enorme, perigosa e ingovernável às altas horas da noite. Durante a jornada a partir do aeroporto, foi só quando quase chegávamos ao hotel que percebi que o meu motorista não havia parado em nenhum dos semáforos. Serpenteando pelas ruas do bairro dos Jardins, tinha me esquecido do quão aconchegantes, e ao mesmo tempo, tão animadas, são certas partes da cidade. No salão de entrada do Hotel Fasano eu tinha me esquecido de que ainda é possível encontrar garçons e atendentes de bar de 60 anos de idade – e talvez até de 70.

Apesar do fato de o Brasil ter anunciado a descoberta de mais uma outra reserva maciça de gás natural ao largo da costa do Rio de Janeiro no início desta semana, de ter recebido uma quantidade recorde de investimentos em 2007 e ser a terra da Embraer, a terceira maior fabricante de aeronaves do mundo, eu às vezes tenho a sensação de que o mundo esqueceu-se de que BRIC (o acrônimo referente a Brasil, Rússia, Índia e China) começa com a letra “B”.

Com a maior atenção mundial concentrada na Rússia, na Índia e na China, o Brasil muitas vezes dá a impressão de desempenhar o papel de coadjuvante em relação aos outros três países. Para aqueles que fazem investimentos inteligentes ou que garantiram para si aquele terreno perfeito à beira-mar em Salvador, talvez o fato de o Brasil ser pouco percebido não seja ruim.

De volta ao bar, o garçom galante, um pouco áspero e de paletó branco conversa e gesticula com fregueses paulistanos, falando em português, espanhol, inglês e italiano. Ele transmite a impressão de que trabalha no hotel há uma eternidade, o que seria esquisito, já que este hotel não tem nem cinco anos de idade. Será que ele já tinha uma experiência de 25 anos no Maksoud Plaza antes de vir trabalhar aqui? Isso é mais do que provável. É esse relacionamento pessoal amigável e altamente pessoal que também revela duas armas secretas do arsenal brasileiro de vantagens econômicas de impacto – cordialidade e multilingüismo.

Nunca houve escassez de agências de turismo em outros países que fizeram campanhas nacionais sobre a cordialidade do seu povo e o clima ameno da terra – geralmente sem muito sucesso. No caso do Brasil, entretanto, isso é algo sobre o qual os vários ministros em Brasília jamais precisam falar. É um fato reconhecido internacionalmente que existe uma certa profundidade de alma e um ritmo gentil de bossa nova permeando a maioria da população brasileira.

Estrangeiros que passaram um tempo no Brasil trabalhando para as suas companhias mencionam freqüentemente a dificuldade que sentem para partir, e dizem por que investiram em uma segunda casa em uma parte agradável e ensolarada do país antes de ir embora. Este tipo de declaração não é ouvido com freqüência por parte das pessoas que estão voltando de Shenzen ou de São Petersburgo.

Com o alemão, o japonês, o italiano, o inglês, o espanhol, o árabe, o francês e, é claro, o português, bastante falados, o Brasil se constitui em um campo de habilidades lingüísticas que confere ao país uma vantagem não só no âmbito regional, mas também global. Acrescente a isso uma piscada aqui, um meneio ali, e talvez esta seja uma mistura imbatível.

São Paulo, Rio de Janeiro e outras cidades brasileiras importantes não apreciam as cidades de crescimento explosivo que estão sendo criadas na China, transformadas na Rússia e renovadas na Índia. Quem passeia por São Paulo não vê nenhuma floresta de guindastes, e tampouco astros da arquitetura tentando construir a sua primeira grande marca na América Latina.

Isto não quer dizer que não há desenvolvimento, mas sim que a sensação é de um desenvolvimento ligeiramente mais contido – um novo shopping center de luxo feito por uma firma local de arquitetura aqui; um prédio de escritórios novo, apesar de sem nada de extraordinário, para uma firma multinacional ali.

Sob uma perspectiva de relações públicas, isto não está gerando manchetes de primeira página de jornal, e a falta de projetos grandiosos faz com que o Brasil se sinta meio que como um passageiro deixado na parte anterior do ônibus.

Porém, ao mesmo tempo, cidades como São Paulo podem também observar com calma e entender um pouco o que está ocorrendo nos subúrbios de Moscou ou naquilo que tornou-se o novo coração de Xangai. Como o país não é nenhum leigo quando se trata de experiências ousadas em urbanismo e em obras arquitetônicas heróicas (basta ver Brasília), não há porque mostrar timidez diante das estruturas inovadoras feitas por arquitetos ambiciosos.

Talvez ao ganhar tempo e acompanhar atentamente os erros cometidos pelos outros concorrentes do BRIC, o Brasil possa empregar os seus já desenvolvidos programas de sustentabilidade e a sua população para criar as mais habitáveis e inspiradoras cidades dentre as principais economias emergentes mundiais.

Ainda há um longo caminho a ser percorrido, mas os recursos e o talento já estão presentes.

fonte: International Herald Tribune, com tradução do UOL